
Nesta edição, celebramos a marca histórica de R$100 bilhões em ativos sob gestão e administração da VERT, além de trazer as principais movimentações da economia e do mercado de capitais brasileiro.
Em destaque
Esse é um marco importante em nossa história e reflete o compromisso da VERT em conectar originadores e investidores com eficiência, participando de operações que contribuem para o fortalecimento do mercado de capitais brasileiro.
O resultado evidencia o amadurecimento da nossa Gestora e da DTVM e reforça nossa presença em um setor que exige rigor, transparência e capacidade técnica para atuar em escala. É também fruto de uma trajetória construída operação a operação, com atenção aos detalhes que fazem a diferença em um mercado sofisticado como o nosso.
Por trás dessa conquista, está um time dedicado a trabalhar com transparência e segurança, sempre atento às necessidades de um mercado em constante evolução e dos clientes que confiam na VERT para a gestão e a administração de seus ativos.

Em agosto, os FIDCs estiveram entre os principais destaques do mês, com R$ 14,5 bilhões. O volume foi mais que o dobro do registrado em julho e representou o segundo maior resultado mensal de 2026.
CRIs e CRAs também apresentaram recuperação em relação a julho, com emissões de R$ 2,4 bilhões e R$ 2,2 bilhões, respectivamente. No acumulado do ano, os FIDCs já superam R$ 74 bilhões em captações. Juntos, CRIs e CRAs somam aproximadamente R$ 34,5 bilhões.

O Copom reduziu a taxa básica de juros para 13,75% ao ano, em uma decisão alinhada à convergência da inflação para a meta. No cenário externo, o Comitê citou as incertezas relacionadas aos conflitos no Oriente Médio e à política monetária de economias avançadas. No ambiente doméstico, destacou a moderação gradual da atividade econômica, a manutenção de um mercado de trabalho aquecido e a desaceleração da inflação, que ainda está acima da meta. O Copom também reforçou a necessidade de cautela diante do cenário fiscal e do elevado nível de incerteza.

O Boletim Focus do Banco Central do Brasil é um relatório semanal que reúne as projeções do mercado financeiro para indicadores-chave da economia brasileira. As variações apresentadas são em relação ao boletim da semana passada. Acompanhe os principais números divulgados nesta semana, em 21/09/2026.

De olho no mercado
No 1º trimestre de 2025, as ofertas sob a Resolução CVM 88 somaram R$ 790 milhões, 55% de todo o volume de 2024. Impulsionadas por tokenização e securitização, essas emissões levaram a CVM a avaliar uma reforma da norma que ampliaria emissores e instrumentos elegíveis e elevaria o teto de captação para R$ 25 milhões (R$ 50 milhões para securitizadoras). A autarquia também conduz um Grupo de Trabalho de Tokenização para testar infraestruturas DLT no mercado de capitais. Saiba mais.
Tokenização no Brasil cresceu dez vezes em 12 meses, enquanto o mercado global cresceu só duas vezes no período. O país lidera a atividade na América Latina, com 88% do valor concentrado em crédito privado, com R$ 7 bilhões, seguido por R$ 2 bilhões em recebíveis e R$ 1 bilhão em fundos multiativos. Saiba mais.
O mercado de capitais brasileiro movimentou R$ 48,8 bilhões em agosto. No acumulado de 2026, as emissões somam cerca de R$ 485 bilhões. As debêntures seguem como principal instrumento, com R$ 21,5 bilhões no mês. O destaque ficou com os FIDCs, que totalizaram R$ 14,5 bilhões, o segundo maior volume mensal do instrumento em 2026, refletindo o uso crescente de recebíveis num cenário de maior seletividade no crédito. Saiba mais.
Nesta edição, destacamos o novo capítulo na história da VERT, nossa participação em eventos importantes do setor e as principais movimentações da economia e do mercado de capitais brasileiro.
Confira os eventos relevantes, debates sobre regulação, securitização e interoperabilidade, e as tendências que estão moldando o mercado de capitais brasileiro.
Nesta edição, você confere nossos resultados do semestre, nossa participação em um evento relevante, tendências do mercado e conteúdos para acompanhar de perto as transformações do setor.